
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
CARNAVAL E A CRISE

É Carnaval. Se considerarmos a festa em todo o país: onde está a crise tão propalada pela imprensa serrista - pró candidato Serra - nacional. O povão está nas ruas festando. Reclamando de coisa alguma. Cada um gastando conforme o seu bolso. A imprensa nacional - aquela serrista - só fala dos EUA. Não fala do Brasil e suas medidas anti-crise. Dos EUA eles falam das medidas para sair da crise. Será que há algo errado no noticiário ou é cara-de-pau, mesmo, da imprensa.
Já que a IMJOSE (Imprensa José Serra) vai se mordendo de raivinha, nós do outro lado vamos curtindo o carná e a prainha regada com uma champagne nacional é claro! Temos que prestigiar a nossa indústria e os nossos empresários. Até as águas de Março. Daí em diante vamos ter as viagens do Serécio. Fomos!.
CARNAVAL GASTRONOMICO
CARNAVAL FLORIPA


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
MORALES E CHAVES


São novos ventos. São novos tempos. São novos conceitos. São novas dimensões políticas. Hugo Chaves vence o referendo da reeleição indefinida. Evo Morales vence o referendo da nova constituição que refunda a Bolívia. É o povo nas ruas e votando. Qual o problema? O problema é que estes votos e estas manifestações estão fora do controle das elites nacionais e sem poder de ação e controle da CIA americana. Estes povos são dignos das mudanças que estabelecem em seus países. São povos que entenderam o que é democracia para todos e não somente para os cidadãos - aqueles que tem as riquezas nas mãos. O mais vibrante é que estes povos conseguem neutralizar e anular a ação da chamada grande imprensa. Isto significa vitória dupla. Derrotar o quarto poder do seu país, é muito vigoroso. Relembro agora a canção - interpretada por Ney Matogrosso - Acorda América do Sul, acorda América Central. E lá se vão trinta anos. Pois, não é que o continente está em ebulição! A continuar neste processo que a humanidade nos aguarde - nós latino-americanos - mostraremos como se faz história e historia com as mãos limpas e com garra.
PALANQUE ELEITORAL

O PSDB e o DEM são duas gracinhas nacionais. Estão de bravata por causa dos palanques da ministra Dilma. Eles não enxergam que o palanque é outro. Erraram quando retiraram o José Dirceu da Casa Civil. A Dilma - tem demonstrado - que é muito mais preparada e competente.
O tiro foi dado no pé. Estes dois partidos em decadência deveriam perceber que o palanque não é o que eles estão vendo e questionando. O PAC que parecia uma política pequena transformou-se no New Deal anterior a crise e está produzindo um outro Brasil. As políticas sociais são evidentes para o povão. A imprensa que trabalha a serviço destes partidos não influenciam mais a população em geral. A classe média, base destes partidos, não forma mais a opinião pública. A nova classe média que se formou no governo Lula é mais vigorosa e menos raivosa. Portanto, tem mais credibilidade. O palanque da ministra Dilma é trabalho voltado para a população em geral. O palanque do DEM e do PSDB é as privatizações, socorro a bancos falidos, desemprego, baixos salários - menos de 100 dólares -, apagão, dentre outros. A história , também, tem seus chicotes. Porém, vamos respeitar a oposição e aguardar a resposta do STE.
IMPRENSA NACIONAL OU AMERICANA

sábado, 7 de fevereiro de 2009
BELÉM/BRASIL X DAVOS/SUIÇA


Passada a euforia e com o assentamento da poeira, podemos dizer que o Fórum Social Mundial e o Fórum Económico já cumpriram o seu papel. O Fórum econômico ficou sem agenda após a crise que solapou as bases do neoliberalismo. Porém, alguns saudosista querem que os Estados salvem o capitalismo da crise e depois se retirem da economia. Piada sem graça: o povo paga a conta da corrupção e agiotagem de empresários e banqueiros. Depois eles retomam a sua vidinha normal. Ou seja, voltam a produzir a bolha de investimentos e geram outra crise. Claro, que estas propostas só podem advir de economistas e investidores. Sabem porque? Eles sabem criar crises. Porém, não sabem terminá-la. O Fórum Social Mundial virou discussão e debate de cunho religioso-xiita. Vejam que o ex-padre, Leonardo Boff, afirmou que "acha que tem um limite grande na lógica do PAC (programa de aceleração do crescimento), porque trata de crescimento e não de desenvolvimento. Ele resume que o PAC é autoritário, tecnocrata e estatal. Interessante: quando ele foi censurado pelo Papa João Paulo II, ele se calou, obedeceu, cumpriu a pena, arrumou a casa e saiu do clero - autoritário, tecnocrata e estatal (o Vaticano é um Estado) - sem nada dizer. Quando o Fórum Social Mundial elege como tema central o Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia e os povos da Região, materializa a sua concepção sectária da problemática social e econômica. Em suma um encontro ecumênico, ou seja carismático, religioso e como movimento (tal qual as ondas do mar) morre na praia. Além dos interesses individuais de uma certa elite acadêmica, o que na realidade foi realizado, planejado e ou encaminhado. Os povos da amazônia, dançaram, cantaram, protestaram e daí. Na realidade objetiva e materializada resultou no quê? Recordo-me da Conferência Episcopal em Puebla/México. Opção preferencial pelos pobres. Já fazem 30 anos. No que resultou? O povo ficou mais pobre em todas as dimensões. Estas provocações são para não perdermos de vista que a vida é muito para ser insignificante. Portanto, há que se fazer novas intelecções a luz do hoje e não alicerçada em velhos dogmas de fé. A vida é real e não de crença
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