Mostrando postagens com marcador ECONOMIA INTERNACIONAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA INTERNACIONAL. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de agosto de 2009

EUA: FARSA OU REALIDADE

Nos quatro últimos trimestres a economia americana cresceu zero; -1,9; -3,3; e -3,9, respectivamente. Aparentemente o declínio está se desacelerando, dizem os otimistas. O consumo governamental americano aumentou em 6% no atual trimestre e na mesma proporção diminuiu o consumo familiar. Os EUA está na UTI. A melhora aparente não quer dizer que o doente está curado. O colapso de 1,2% nos gastos pessoais é duas vezes o projetado. A relação entre a dívida domiciliar total e a renda disponível, ainda, é mais de 30% acima do já inflacionado nível da década de 1990. Daí os cortes de gastos dos consumidores. Esta realidade qualifica a análise de que: a economia americana não está melhorando, está dependendo cada vez mais do Estado. Portanto, com a palavra os neoliberais. Onde está o Estado mínimo? Como fica a não intervenção do Estado na economia? Será que o tiro saiu pela culatra? Viva o Brasil de Estado máximo, de políticas públicas para todos e da política externa descolada dos USA.

terça-feira, 28 de julho de 2009

DESEMPREGO ESTRUTURAL

A crise capitalista e o seu espetaculo. Quem diria que a garantia de salários baixos e alta exploração da mão de obra, através da ameaça patronal de robotizar os postos de trabalho, chegaria a este nível. Robôs desempregados. Robotização em crise, também. Porem, onde esta acontecendo este espetaculo? No mundo chamado desenvolvido: Japão, Europa e EUA. O que esta acontecendo na América Latina para que este espetaculo não ocorra? E no Brasil? Acorde, alienado. Estas regiões do mundo não estão em crise. Ainda bem que nos livramos dos governos PSdebistas. pensaram se o Serra ou FHC estivessem na presidência! La estaríamos nos dentro do poço da crise. Parabéns ao povo brasileiro e latino-americano.

terça-feira, 17 de março de 2009

BOMBA FINANCEIRA!

A explosão mundial é sintomática nas ações legais de corrupção nas bolsas de valores do mundo inteiro. Dinheiro fácil, boataria, informações privilegiadas, dentre outros são o tempero dos mercados de valores. Na realidade que valores são estes? São valores de quais mercadorias? Na verdade o que se sabe é que em regra geral as ações sobem e descem nas cifras. Porém, os grandes investidores, em geral, não perdem. Eles conseguem lucros em cima de lucros. E viva então a ciranda financeira e a produção de riqueza fácil. Porém, quando a crise chega, os economistas e financistas que a criaram, não sabem terminá-la. Para tal tarefa eles acionam os Estados para pagar os prejuízos por eles produzidos. Seus bancos e empresas vão a falência. Seus patrimônios privados permanecem intocáveis e ou se ampliam. Eles, ainda, criticam a corrupção dos Estados. Isto é uma gracinha!

sexta-feira, 13 de março de 2009

O SORRISO E O ENIGMA

O sorriso enigmático da obra de Da Vinci é altamente pertinente para o momento mundial de crise. Por quê? Durante mais de um século o povo chamado americano sorriu de forma exuberante e pouco deu crédito as necessitudes do restante da humanidade. Hoje, parcela de sua população toma um prato de sopão por dia como alimentação diária. Justiça? Injustiça? Levou o troco? Isto não importa. Para a soberba, a arrogância, a exploração um belo sorriso do século da renascença. Solidariedade a grande parcela da humanidade que penou todo esse tempo. Porém, devemos ser fraterno?

BRASIL/RUSSIA/INDIA/CHINA

Com o processo de globalização dos mercados (1990 - 2000) a previsão dos neoliberalistas é que o Urso (Rússia) estaria em processo de decomposição. Passado quase duas décadas o Urso continua vivo, forte e vigoroso. O Urso como integrante do BRIC e tendo como parceiros o Dragão (China), a Onça (Brasil) e a Vaca (Índia) formam um bloco de potencialidades econômicas e políticas significantes. Esta materialidade está posta frente a crise econômica que assola os países considerados ricos. Os integrantes do BRIC fazem parte do bloco que a tal da crise pouco afetará. Por outro lado, a Águia (EUA) está com dificuldades sérias de vôo e com problema de manutenção das penas em suas asas. Os vôos mirabolantes de outrora, agora não passam de pequenas incursões a pequenas distâncias. Nesta perspectiva - do contraditório - a história é dinâmica e severa. Certa estava a Maria Conceição Tavares que a mais de quinze anos afirmava: A águia é o Império Romano da atualidade em decadência, somente, eles não percebem.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

LUZ NO FIM DO BINÓCULO!


ELES ESTÃO A PROCURA DE SOLUÇÃO. NEM SE DÃO CONTA DO ESTRAGO! BOA SORTE!

CARNAVAL E A CRISE


É Carnaval. Se considerarmos a festa em todo o país: onde está a crise tão propalada pela imprensa serrista - pró candidato Serra - nacional. O povão está nas ruas festando. Reclamando de coisa alguma. Cada um gastando conforme o seu bolso. A imprensa nacional - aquela serrista - só fala dos EUA. Não fala do Brasil e suas medidas anti-crise. Dos EUA eles falam das medidas para sair da crise. Será que há algo errado no noticiário ou é cara-de-pau, mesmo, da imprensa.
Já que a IMJOSE (Imprensa José Serra) vai se mordendo de raivinha, nós do outro lado vamos curtindo o carná e a prainha regada com uma champagne nacional é claro! Temos que prestigiar a nossa indústria e os nossos empresários. Até as águas de Março. Daí em diante vamos ter as viagens do Serécio. Fomos!.

domingo, 16 de novembro de 2008

A Arte e a Crise

Trabalho produzido pelo artista plástico Antonio Carlos Goper.

Quando nos deparamos com um trabalho de arte, intelecções começam a ser elaboradas a partir das sinapses que se produzem. Podemos e teremos diversos olhares sobre o mesmo trabalho. Da mesma forma ocorre quando observamos e intelegirmos sobre a crise ecônomica que coloca em cheque a liderança dos chamados países centrais. Para alguns a situação é catastrófica. Para outros cabe a pergunta: onde está a crise que não a vejo?
No entanto, algo é certo. A crise de 2008 produziu um ponto final na política liberal e neoliberal que explorava os povos do mundo inteiro, em benefício de uma minoria pretenciosa.
Qual o caminho que se vislumbra? Algo desponta no horizonte e demonstra que o eixo econômico mundial está se modificando. EUA, Europa e Japão começam a perder posições e os país emergentes do BRIC (Brasil,Rússia Índia e China) começam a pressionar e a exigir mudanças significativas nos ordenamentos econômicos e políticos. A recessão econômica já é realidade nos EUA,Japão e Europa. Na América do Sul, ainda, não é realidade. Interessante é que os países sob influência dos EUA, Europa e Japão estão sofrendo as violentas turbulências do mercado financeiro. Os países que se desprenderam desta influência estão conseguindo sobreviver com outras perspectivas, como é o caso do Brasil. Frente a este quadro devemos perguntar como fica os postulados da oposição no Brasil. As medidas governamentais foram e são adequadas? O trabalho realizado de 2003 até a presente data é profícuo? Os escândalos que a mídia produziu deixaram de existir ou não interessam mais? Ou será que a crise de 2008 é um cala boca para aqueles que não querem o Brasil em outra dimensão econômica e política no cenário mundial? Com eles as respostas adequadas e convincentes.

domingo, 28 de setembro de 2008

CRISE NOS EUA

Certa está a economista Maria Conceição Tavares, quando afirma a mais de uma década de que os EUA é o Império Romano da América em decadência e só eles não percebem.
Já pensaram se nós estivéssemos na era FHC? Com a economia da dependência a todo vapor? Para onde estaria indo o vapor desta política?
A crise dos EUA é real e aumentará. A recessão, lá, já é realidade. E o Brasil porque, ainda, não entrou em crise? Os tucanos não dizem que a política econômica de Lula é continuidade da política do FHC? Então porque não estamos em crise, agora? Se em épocas, anteriores, a crise de lá batia forte na economia daqui. Será que Deus é brasileiro ou temos outro nível de competência operando nossa economia e executando as políticas públicas? E as privatizações? Resolveram o que? Financiaram o que e quem? Como é que agora as empresas públicas saíram do vermelho e estão operando no verde? Milagres? É o curso da economia mundial? Mas, esta não está em crise? E de novo: porque não estamos em crise? Porque os investidores não estão saindo do Brasil para investir lá fora? Vamos lá: que a direita deste país responda a estas questões. Porém, não esqueçam que a ignorância da população diminuiu bastante.