segunda-feira, 9 de março de 2009

ALFANDEGA, JUROS E A CRISE

A imagem nos remete a Casa Alfandegária, construída no século XIX, na antiga DESTERRO e hoje Florianópolis/Santa Catarina/Brasil. A sua relação histórica e cotidiana com a cidade produz intelecções do tipo: como era a economia e a questão dos juros em sua época? Até Fevereiro de 2009 os juros elevados no Brasil era - para as elites um problema de ordem econômica crucial para o crescimento produtivo do país. Hoje, os juros no patamar alto em que estão, permitirá o país ir dosando o mesmo conforme a necessidade de crescimento da economia. Quem diria que os juros altos tornariam a tábua da estabilidade da economia brasileira frente a crise. Com a palavra os pessimistas e apologistas do neoliberalismo?

sexta-feira, 6 de março de 2009

FORMAS E POÉTICA


Da suavidade das cores até a intensidade das mesmas, Francis Bacon arquiteta a composição com maestria.

domingo, 1 de março de 2009

O sorriso da direita

O Serécio nesta foto bem que poderia fazer comercial de creme dental. No entanto, a dupla está se preparando para realizar uma turnê pelo país para ver se decola a candidatura PSDBista.
As viagens do Serécio é na realidade um contraponto a decolagem da candidatura da ministra Dilma.

Guernica hoje

A Guernica de Pablo Picasso é altamente contemporânea neste início de século. Sua representação da realidade social da Espanha na primeira metade do século XX, hoje, materializa a crise que assola os chamados países desenvolvidos, de ontem.

Esta obra da fase cubista de Picasso pode, hoje, materializar a desolação que abate parte da população mundial frente a crise financeira de parte do mundo capitalista.

Bacon: imagética e poética

A expressão pictórica desta obra de Francis Bacon é de uma propositura enigmática a toda prova da intelecção humana.


Esta obra de Francis Bacon expressa a materialidade imagética de uma certa indefinição de cores e formas. Porém a magnitude da luz e da substancialidade poética é de uma beleza ímpar.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

LUZ NO FIM DO BINÓCULO!


ELES ESTÃO A PROCURA DE SOLUÇÃO. NEM SE DÃO CONTA DO ESTRAGO! BOA SORTE!

CARNAVAL E A CRISE


É Carnaval. Se considerarmos a festa em todo o país: onde está a crise tão propalada pela imprensa serrista - pró candidato Serra - nacional. O povão está nas ruas festando. Reclamando de coisa alguma. Cada um gastando conforme o seu bolso. A imprensa nacional - aquela serrista - só fala dos EUA. Não fala do Brasil e suas medidas anti-crise. Dos EUA eles falam das medidas para sair da crise. Será que há algo errado no noticiário ou é cara-de-pau, mesmo, da imprensa.
Já que a IMJOSE (Imprensa José Serra) vai se mordendo de raivinha, nós do outro lado vamos curtindo o carná e a prainha regada com uma champagne nacional é claro! Temos que prestigiar a nossa indústria e os nossos empresários. Até as águas de Março. Daí em diante vamos ter as viagens do Serécio. Fomos!.

CARNAVAL GASTRONOMICO




Em Florianópolis - antiga Desterro - o Mercado Público Municipal é lugar de fartura e de variada gastronomia. Bares, Cafés, Restaurantes, Peixarias, Lojas e Empórios oferecem uma gama enorme de produtos e possibilidades de lanches e refeições. As fotos mostram o local e alguns de seus produtos.

CARNAVAL FLORIPA



É Carnaval. A cidade está bombando de turistas. Afirma a imprensa local (?) que são em torno de quatrocentos mil. A cidade foi decorada - da forma mais tradicional - para o Carnaval. A folia tem seus pontos altos no desfile das Escolas de Samba, Blocos de Sujos - homens vestidos de mulher -, Gala Gay, Berbigão do Boca, Marisco da Maria & Cia, Eu sou mais Eu, Bloco do Sindicato e Bailes e Festas por toda a cidade. Atualmente, existe, blocos que fazem festas nos bairros. O Zé Pereira no Ribeirão, O Bloco Baiacú dentre outros. As praias estão lotadéssimas. O clima está altamente favorável. Temperatura em torno dos 33 graus durante o dia e refresca a noite. Portanto, muita praia durante o dia e muita festa carnavalesca a noite. A ordem é aproveitar ao máximo.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

MORALES E CHAVES



São novos ventos. São novos tempos. São novos conceitos. São novas dimensões políticas. Hugo Chaves vence o referendo da reeleição indefinida. Evo Morales vence o referendo da nova constituição que refunda a Bolívia. É o povo nas ruas e votando. Qual o problema? O problema é que estes votos e estas manifestações estão fora do controle das elites nacionais e sem poder de ação e controle da CIA americana. Estes povos são dignos das mudanças que estabelecem em seus países. São povos que entenderam o que é democracia para todos e não somente para os cidadãos - aqueles que tem as riquezas nas mãos. O mais vibrante é que estes povos conseguem neutralizar e anular a ação da chamada grande imprensa. Isto significa vitória dupla. Derrotar o quarto poder do seu país, é muito vigoroso. Relembro agora a canção - interpretada por Ney Matogrosso - Acorda América do Sul, acorda América Central. E lá se vão trinta anos. Pois, não é que o continente está em ebulição! A continuar neste processo que a humanidade nos aguarde - nós latino-americanos - mostraremos como se faz história e historia com as mãos limpas e com garra.

PALANQUE ELEITORAL

O PSDB e o DEM são duas gracinhas nacionais. Estão de bravata por causa dos palanques da ministra Dilma. Eles não enxergam que o palanque é outro. Erraram quando retiraram o José Dirceu da Casa Civil. A Dilma - tem demonstrado - que é muito mais preparada e competente.
O tiro foi dado no pé. Estes dois partidos em decadência deveriam perceber que o palanque não é o que eles estão vendo e questionando. O PAC que parecia uma política pequena transformou-se no New Deal anterior a crise e está produzindo um outro Brasil. As políticas sociais são evidentes para o povão. A imprensa que trabalha a serviço destes partidos não influenciam mais a população em geral. A classe média, base destes partidos, não forma mais a opinião pública. A nova classe média que se formou no governo Lula é mais vigorosa e menos raivosa. Portanto, tem mais credibilidade. O palanque da ministra Dilma é trabalho voltado para a população em geral. O palanque do DEM e do PSDB é as privatizações, socorro a bancos falidos, desemprego, baixos salários - menos de 100 dólares -, apagão, dentre outros. A história , também, tem seus chicotes. Porém, vamos respeitar a oposição e aguardar a resposta do STE.

IMPRENSA NACIONAL OU AMERICANA


É inacreditável o des-serviço da imprensa nacional. Desde 20 de Janeiro - posse do presidente dos EUA - que os noticiários estão voltados para aquela nação. Parece que o Brasil, como país economicamente equilibrado, fora da crise mundial, com superavit na balança comercial, com empregabilidade estável, investimentos em infraestrutura mantendo um mercado interno favorável, juros caindo, consumo interno aumentando, produção em níveis favoráveis, dentre outros, não interessa e não são notícias. Porém se ocorresse um escândalo qualquer, isto seria um prato cheio para programas especiais. Desta forma algo fica evidente: As noticias arroladas a cima não favorecem a candidatura José Serra ao planalto. Portanto, não são notícias. O mais incrível é que os casais e ou indivíduos jornalistas não realizam uma só autocrítica. Quem perde é a nação brasileira. Perde porque o povo não fica sabendo por uma ótica. Por outro lado, quando este mesmo povo percebe na materialidade do dia-a-dia um novo Brasil, a imprensa se surpreende quando as pesquisas de opinião sobre o governo e o presidente batem recorde. Das duas umas: ou são safados ou são medíocres. A história dará a resposta em breve. Aqui cabe algumas perguntas: o jornalista quando é graduado ele domina que área o conhecimento? Será que domina somente o tamanho do salário que recebe? Faz teatro de quinta categoria ou pensa que todos são, simplesmente, ignorantes?

sábado, 7 de fevereiro de 2009

BELÉM/BRASIL X DAVOS/SUIÇA



Passada a euforia e com o assentamento da poeira, podemos dizer que o Fórum Social Mundial e o Fórum Económico já cumpriram o seu papel. O Fórum econômico ficou sem agenda após a crise que solapou as bases do neoliberalismo. Porém, alguns saudosista querem que os Estados salvem o capitalismo da crise e depois se retirem da economia. Piada sem graça: o povo paga a conta da corrupção e agiotagem de empresários e banqueiros. Depois eles retomam a sua vidinha normal. Ou seja, voltam a produzir a bolha de investimentos e geram outra crise. Claro, que estas propostas só podem advir de economistas e investidores. Sabem porque? Eles sabem criar crises. Porém, não sabem terminá-la. O Fórum Social Mundial virou discussão e debate de cunho religioso-xiita. Vejam que o ex-padre, Leonardo Boff, afirmou que "acha que tem um limite grande na lógica do PAC (programa de aceleração do crescimento), porque trata de crescimento e não de desenvolvimento. Ele resume que o PAC é autoritário, tecnocrata e estatal. Interessante: quando ele foi censurado pelo Papa João Paulo II, ele se calou, obedeceu, cumpriu a pena, arrumou a casa e saiu do clero - autoritário, tecnocrata e estatal (o Vaticano é um Estado) - sem nada dizer. Quando o Fórum Social Mundial elege como tema central o Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia e os povos da Região, materializa a sua concepção sectária da problemática social e econômica. Em suma um encontro ecumênico, ou seja carismático, religioso e como movimento (tal qual as ondas do mar) morre na praia. Além dos interesses individuais de uma certa elite acadêmica, o que na realidade foi realizado, planejado e ou encaminhado. Os povos da amazônia, dançaram, cantaram, protestaram e daí. Na realidade objetiva e materializada resultou no quê? Recordo-me da Conferência Episcopal em Puebla/México. Opção preferencial pelos pobres. Já fazem 30 anos. No que resultou? O povo ficou mais pobre em todas as dimensões. Estas provocações são para não perdermos de vista que a vida é muito para ser insignificante. Portanto, há que se fazer novas intelecções a luz do hoje e não alicerçada em velhos dogmas de fé. A vida é real e não de crença

sábado, 24 de janeiro de 2009

BARACK HUSSEIN OBAMA


Ele consegue ser eleito para ser presidente dos EUA. Nação em crise, recessão, desemprego, violência, violação de direitos humanos (já que o presidente eleito proibiu torturas), educação falida, crise energética, maior poluidor do planeta, invasor de territórios, destruidor de culturas, discriminador étnico-racial, dentre outros atributos. A pergunta que cabe: porque a imprensa internacional e nacional dá tanta importância a esta posse de um novo-velho mandatário americano? A posse de um presidente africano produz este espetáculo, segundo, Guy Debord?
Acompanhando os noticiários televisivos nos causa tristeza a enorme mediocridade jornalística. Antecipadamente, já se sabe que jornalista tem que área do conhecimento apropriada objetivamente? Todas as notícias saem de duas fontes mundiais. Estas tem total controle dos grupos capitalistas dominantes. E os jornalista criticam a falta de liberdade de expressão. Acrescenta-se, então, que jornalistas não conseguem fazer intelecção. Este fato produz mais um nível de incompetência. Com estas duas premissas se postam em regiões, supostamente, diferenciadas para - ao vivo - manifestarem suas opiniões na base do achismo sobre o espetáculo montado para a posse do Sr. Barack Hussein. O Senhor tomou posse e afirmou que é possível um mundo diferente. Mediocridade. Rousseau, Nietzsche e Marx já disseram isto a mais de um século. E os jornalistas transformam esta declaração em manchetes de primeira página, como se fosse uma novidade. Produz-se a intelecção: os jornalistas carecem de conhecimento. No centro de tanta insensatez e tornou-se pueril as mortes na Faixa de Gaza, a invasão terrorista dos israelenses. O fechamento dos centros de torturas - clandestinos, segundo declaração de Barack Hussein - tornaram-se medidas humanitárias e não faltaram elogios ao Senhor, supostamente, mais poderoso do mundo. Cabe a pergunta: de que mundo ele é poderoso? Fantasia jornalística, delírio pela falta de conhecimento ou insensatez,mesmo?

NEO-NAZIFACISMO


Durante o século XX a humanidade não deu muita importância para os acontecimentos da Alemanha Nazista e resultou num conflito mundial com perdas humanitárias irreparáveis. No início do século XXI a humanidade está dando pouca atenção as ações do Estado terrorista de Israel. Invade a região de Gaza, mata crianças, idosos de forma brutal e não é genocídio. Explode depósitos da ONU com ajuda humanitária e nada acontece. Explode abrigo da ONU com refugiados, mata seres humanos e nada acontece. Explode escola e nada acontece. Resolve de forma unilateral cessar bombardeio e desobedecendo determinações da ONU e nada acontece. O que nos parece é que este Estado - se é que podemos defini-lo como tal, está de forma descontrolada agindo na contra-mão dos interesses democráticos e humanitários. Isto por um lado. Por outro lado, Israel ao que nos parece, a ação de invadir a faixa de Gaza foi na realidade uma forma de produzir a necessidade de girar a indústria bélica americana e republicana com duas finalidades: a primeira, intensificar a produção de mercadorias desnecessárias a vida humana (material bélico) e motor de dominação e de sobrevivência do capitalismo e em segunda, já que a invasão terminou no dia anterior ao fim da era Bush, de pagar o investimento da industria bélica americana/judaica nas duas campanhas eleitorais de Bush. Por fim, a humanidade deve ficar atenta as ações deste Estado (Israel) que se intitula democrático, descendentes do profeta Abraão, continuidade do antigo povo judeu e que somente se defendem da ação terrorista dos Palestinos. Cabe, novamente, a pergunta: Na realidade quem tem e faz ação terrorista no Oriente Médio desde a década de 1960?


domingo, 4 de janeiro de 2009

Gaza: ação terrorista israelense








A ação de Israel na faixa de Gaza é uma ato terrorista. Frente a esta ação os EUA limita-se a condenar 0 Hamas e pedir a Israel um cessar fogo. Cala a pergunta: Como postura do governo de Bush, nada a estranhar, porém, onde está a manifestação de Obama? O primeiro presidente negro - de origem segregada - dos EUA já cedeu aos caprichos da direita judaica americana?
Apesar de terrível, não me causa estranhamento esta invasão no apagar das luzes da era Bush-filho. São os últimos momentos de saldar os débitos para com a indústria bélica americana. Acabar uma era sem pagar o setor que financiou as campanhas de Bush, seria uma contradição irreparável.Aliado a este fator, a proximidade das eleições em Israel produziu aos lideres - israelenses - um quadro ficcional para alavancar popularidade e vencer as eleições. Então montaram um jogo virtual entre mocinhos e bandidos. Os mocinhos são os israelenses e os bandidos - terroristas - são os palestinos. Cansados da brincadeira virtual, resolveram tornar o jogo ficcional numa realidade. Realidade esta que não leva em conta os seres humanos. São os interesses de poder político e belicosos - faturamento para indústria bélica americana nas mãos da direita judaica - que prevalece. Cala-se, novamente, outra pergunta: Não são os israelenses os descendentes diretos do povo Hebreu, o povo de Deus? Onde colocaram toda a sua história e religiosidade?
E a imprensa nacional brasileira vai ficar calada? O Sr. Boris Casoy não vai dizer - com todas as letras e em rede nacional - que "isto é uma vergonha"?
Sou solidário a comunidade palestina por diversas razões e historicamente por ser a mesma a única com direito a ocupação dos territórios usurpados pelo criado Estado de Israel. Cala-se aqui outra pergunta: Não foi a ONU quem criou o Estado de Israel e com este fato deixou os palestinos sem território? Por que a ONU não cria o Estado Palestino e resolve a questão? ou será que a ONU submete-se aos caprichos da direita judaica mundial?
A história da humanidade num tempo breve nos dará as respostas.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

REVEILLON FLORIANÓPOLIS - BEM VINDO 2009!

As luzes produzidas artificialmente pelos homens produzem direções e sentidos a serem explorados.
A beleza e a claridade produzida pelas luzes apontam caminhos que nem sempre enxergamos.
Porém, é inegável a sua beleza. Beleza esta, somente, superada pelos girassóis que se movimentam na direção da luz do dia. Direção esta que é o sentido de sua vida e existência.
Estas luzes aqui colocadas são da queima de fogos na passagem de 2008 para 2009 em Florianópolis. Estes são parcos momentos daquela manifestação. Quero que a mesma se transforme nas luzes que alimentam e aumentam a possibilidade de vida dos girassóis, a todos que se dispuserem a apreciá-las.